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Secretaria da Justiça e Cidadania avança na organização da eleição para o Conselho Estadual da Comunidade Negra

26/02/2025
Foto ilustrativa

Na sexta-feira (21), a Secretaria da Justiça e Cidadania (SJC) deu um passo decisivo na preparação para a próxima composição do Conselho Estadual de Participação e Desenvolvimento da Comunidade Negra de São Paulo (CPDCN), que atuará no período de 2025 a 2029. A Comissão Especial de Escolha de Conselheiros(as) da Sociedade Civil reuniu-se na sede da Secretaria da Justiça para oficializar o cronograma de ações que será realizado em diversas regiões do estado.

O objetivo da comissão é mapear e dialogar com lideranças interessadas em se candidatar ao conselho, além de fornecer todas as informações necessárias para o processo eleitoral, que está previsto para ocorrer entre agosto e outubro de 2025. Durante a reunião, os membros da comissão destacaram a transparência e o diálogo como diretrizes essenciais para a condução do processo, reforçando o compromisso da atual gestão, sob liderança do secretário da Justiça e Cidadania, Fábio Prieto, e do governador Tarcísio de Freitas.

A estruturação do novo CPDCN segue princípios fundamentais de desconcentração, descentralização e democracia participativa, valores que marcaram a criação do primeiro Conselho da Comunidade Negra do Brasil, há 41 anos, durante o Governo de Franco Montoro.

O secretário-executivo da Justiça e Cidadania, Raul Christiano, ressaltou a importância do conselho para a promoção da equidade racial no Estado de São Paulo. "O CPDCN tem um papel fundamental na formulação e implementação de políticas públicas voltadas à população negra. O fortalecimento desse espaço de participação social reafirma o compromisso do Governo do Estado por meio da Secretaria da Justiça e a Cidadania, com a causa”, afirmou o secretário-executivo.

Além de estabelecer o calendário eleitoral, a comissão manifestou apoio à prorrogação do mandato atual do CPDCN, garantindo a continuidade das atividades do conselho até a posse dos novos membros. “A medida busca assegurar a estabilidade institucional e a representatividade da comunidade negra no estado de São Paulo ao longo do processo de transição”, finalizou Raul Christiano.

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